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Entrevista: Mariana Arimori

Entrevista com Mariana Mie Arimori, nascida em 23/05/1986, natural de São Paulo.

"Participar dos Jogos foi a minha recompensa, o presente pelo meu trabalho e de todos que me ajudaram e estiveram do meu lado."

NCC: Como se deu o início do Badminton na sua vida?
MARIANA: Eu comecei a jogar Badminton em 1999. Incentivada pelo meu primo fui apenas conhecer o esporte. Na época eu praticava Ginástica Olímpica, mas acabei trocando os tablados pela quadra e continuo “fanática” até hoje.

NCC: Quais são seus principais resultados?
MARIANA: Eleita pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) melhor atleta do Brasil da categoria em 2006. Oitavas de final nos Jogos Panamericanos RIO 2007. 1ª colocada no Ranking Nacional 2006/2007 nas categorias Simples Feminino e Duplas Mistas. 3ª colocada no Panamericano Juvenil 2004 Lima, Peru.

Fotos: Glynton Nakashima e Ito.
Recebendo o Premio de Melhor Atleta de Badminton em 2006

NCC: Seu melhor e pior momento no esporte.
MARIANA: O melhor momento na minha carreira foi em 2005 quando fui convidada pela IBF (International Badminton Federation) para participar de uma clínica de 2 meses de treinamento em Sofia, Bulgária. Lá experimentei um treinamento físico e mental que eu nunca havia imaginado e que me proporcionou grande progresso na minha carreira, além de uma grande experiência de vida.
O pior momento da carreira foi logo após os Jogos Panamericanos Rio 2007. A luta para chegar até os jogos foi muito grande. Era uma meta tão forte e que durou tanto tempo que quando finalmente terminou me vi sem metas imediatas, e demorou um tempo para conseguir me motivar novamente.

Fotos: Glynton Nakashima e Ito.
Mariana em ação nos jogos Panamericanos do Rio

NCC: Como foi participar do Pan 2007?
MARIANA: Jogar um Jogos Panamericanos sempre foi um sonho para mim desde a época que treinava Ginástica Olímpica. Treinei muito, sacrifiquei muitas coisas, sempre priorizando o esporte, dei tudo de mim, apostei grande e consegui me classificar. Participar dos Jogos foi a minha recompensa, o presente pelo meu trabalho e de todos que me ajudaram e estiveram do meu lado.

"Estabeleça uma meta, treine bastante para atingi-la e lembre-se sempre que para ter sucesso você precisa de '90% de transpiração e 10% de inspiração'."

NCC: Está estudando? Qual curso?
MARIANA: Conciliei a faculdade de Arquitetura e Urbanismo na Universidade Mackenzie com o Badminton por 3 anos. Agora estou cursando o primeiro ano da faculdade de design gráfico.

NCC: Como conciliar estudos, treinos e competições?
MARIANA: Nos tempos em que eu jogava na categoria juvenil não tive muitos problemas com isso. Sempre estudei durante o dia e treinava de tarde e a noite. Na faculdade foi mais complicado, em duas ocasiões tive que trancar um semestre para treinar e jogar campeonatos internacionais.

Fotos: Glynton Nakashima e Ito.
Muito treino e dedicação ao esporte que é sua paixão.

NCC: Qual sua dica para aqueles que estão iniciando?
MARIANA: Estabeleça uma meta, treine bastante para atingi-la e lembre-se sempre que para ter sucesso você precisa de “90% de transpiração e 10% de inspiração”.

NCC: Como você vê a participação de Nipo-Brasileiros no Badminton?
MARIANA: Os orientais têm grande tradição no Badminton. Aqui no Brasil a maior concentração de nikkeis está em São Paulo e Paraná, mas em relação ao grupo total em todo país somos a minoria. Nos Jogos Panamericanos de 5 atletas 2 eram nikkeis: Guilherme Kumassaka (medalha de Bronze na categoria duplas masculinas) e eu.

RAQUETADAS


NCC: Melhor jogador(a) de Badminton:
MARIANA: Mia Audina (jogadora indonesiana)

NCC: Uma pessoa que sempre te apoiou no esporte:
MARIANA: Minha família.

NCC: Uma pessoa que você não poderia esquecer nesta hora:
MARIANA: Minha Mãe.

NCC: Seu melhor golpe:
MARIANA: Drop.

NCC: Um objetivo.
MARIANA: Aperfeiçoar sempre.

NCC: Um sonho.
MARIANA: Olimpíadas.

NCC: Uma mensagem.
MARIANA: Corra atrás dos seus sonhos. 

 

 
 
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